quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ser diferente é normal!



Vídeo lindo do Instituto MetaSocial, entidade sem fins lucrativos que "trabalha há mais de 17 anos desenvolvendo ações junto à mídia para promover a inclusão social. A idéia é mostrar de forma positiva, alegre e colorida as potencialidades de todas as pessoas, independente de suas limitações, levando a sociedade a ver que todas as pessoas possuem o mesmo valor humano e por isso merecem ser tratadas com respeito e dignidade" (texto do site oficial do Instituto).

esquema mostrando e trissomia 21, principal causa da Síndrome de DownA Síndrome de Down foi descrita em 1862 pelo médico britânico John Langdon Down, e hoje sabe-se que a principal causa (95% dos casos) é a trissomia dos cromossomos 21 (ao invés de ter dois cromossomos no par que nós denominamos 21, o indivíduo tem três). Por isso, o dia 21/03 foi escolhido para ser o Dia Internacional da Síndrome de Down.

O indivíduo é portador da síndrome desde o momento da concepção. Não é uma doença que se possa pegar ou transmitir.

A síndrome está associada a uma série de características, dentre elas deficiências cognitivas, cardiopatias congênitas e hipotireoidismo. Estas características não estão necessariamente presentes em todos os portadores da síndrome, e podem ocorrer em vários graus.

A expectativa de vida de pessoas com Síndrome de Down era de 12 a 15 anos em 1947, e quarenta anos depois havia subido para 50 anos. Atualmente, é cada vez mais comum portadores da síndrome chegarem aos 70 anos.

Antigamente, costumavam ser mantidas longe do convívio social, o que tornava ainda mais difícil o seu desenvolvimento intelectual e motor. Não se acreditava que tivessem potencial para que tivessem uma vida independente - às vezes, nem que pudessem ser alfabetizadas. Felizmente, esta situação está mudando, e torna-se cada vez mais comum ver pessoas como a atriz Paula Werneck, retratada no vídeo: trabalhando, estudando, tendo uma vida social ativa e mesmo vivendo sozinhas, se casando e cursando a universidade.

pessoas com Síndrome de Down podem, sim, trabalhar e ter uma vida plena e feliz
A moral da história e do vídeo é: ter Síndrome de Down pode fazer parte de uma pessoa - como gostar de música, tocar bateria - mas não deixe que isso defina a imagem que você tem dela!
(nem ter outra deficiência qualquer, ou ser mulher, ou ser homossexual, ou ser negro, ou ter cabelo curto ou comprido...)
Porque ninguém é igual a ninguém, mesmo.

Um comentário:

Pathy disse...

essa campanha é muito bacana!