Hoje é o Dia Mundial do Refugiado.
A ACNUR, agência da ONU para os refugiados, lançou um vídeo de conscientização, com a Angelina Jolie:
Visite o site oficial da ACNUR.
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domingo, 20 de junho de 2010
terça-feira, 1 de junho de 2010
Patch Adams fala
Em novembro de 2007, o médico americano Patch Adams deu uma entrevista no programa Roda Viva, na TV Cultura.
Patch se considera um ativista social e há 40 anos luta para mudar a medicina. Ele é fundador do Instituto Gesundheit, hospital onde o tratamento é gratuito. Suas ações inspiraram a ONG Doutores da Alegria, que auxilia a recuperação de crianças em hospitais por meio do bom humor.
Você provavelmente ouviu falar dele após o filme inspirado em sua vida, de 1998, protagonizado por Robin Williams.


Na entrevista, em 10 partes no YouTube (com legendas em português), Patch critica o filme, o governo americano, as indústrias de medicamentos e pessoas que não agem para melhorar o mundo.
O programa foi um comentário inteligente e mordaz após o outro.
Quer você tenha gostado do filme, quer não tenha gostado, quer nem tenha assistido, vale *muito* a pena ver esta entrevista.
Patch é uma pessoa maravilhosa e inspiradora.
Parte 1: Patch Adams fala sobre o filme
Parte 2: sobre os hospitais
Parte 3: sobre o depoimento do entrevistador
Parte 4: Patch Adams responde pergunta formulada por Wellington Nogueira dos Doutores da Alegria, e faz uma crítica ao próprio programa
Parte 5: sobre saúde mental
Parte 6: sobre ser americano
Parte 7: sobre cura, qualidade de vida e pensamento positivo
Parte 8: sobre indústria farmacêutica
Parte 9: sobre sua trajetória
Parte 10 (final): sobre seu modo de vestir
Patch se considera um ativista social e há 40 anos luta para mudar a medicina. Ele é fundador do Instituto Gesundheit, hospital onde o tratamento é gratuito. Suas ações inspiraram a ONG Doutores da Alegria, que auxilia a recuperação de crianças em hospitais por meio do bom humor.
Você provavelmente ouviu falar dele após o filme inspirado em sua vida, de 1998, protagonizado por Robin Williams.


Na entrevista, em 10 partes no YouTube (com legendas em português), Patch critica o filme, o governo americano, as indústrias de medicamentos e pessoas que não agem para melhorar o mundo.
O programa foi um comentário inteligente e mordaz após o outro.
Quer você tenha gostado do filme, quer não tenha gostado, quer nem tenha assistido, vale *muito* a pena ver esta entrevista.
Patch é uma pessoa maravilhosa e inspiradora.
Parte 1: Patch Adams fala sobre o filme
Parte 2: sobre os hospitais
Parte 3: sobre o depoimento do entrevistador
Parte 4: Patch Adams responde pergunta formulada por Wellington Nogueira dos Doutores da Alegria, e faz uma crítica ao próprio programa
Parte 5: sobre saúde mental
Parte 6: sobre ser americano
Parte 7: sobre cura, qualidade de vida e pensamento positivo
Parte 8: sobre indústria farmacêutica
Parte 9: sobre sua trajetória
Parte 10 (final): sobre seu modo de vestir
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quinta-feira, 27 de maio de 2010
Comercial
O blog anda meio parado, porque eu ando com muitas coisas para fazer e escrever aqui gasta um certo tempo.
Mas eu não abandonei o blog, não!
Tem vários rascunhos de postagens aguardando para serem publicados!
Enquanto isso, deixo aqui um comercial dos anos 90 que ganhou prêmios de publicidade, e que eu considero muito, muito bom.
Talvez por me identificar com o personagem? rs
Eu sofro desse mal... acho que preciso de uma honda!
Abraço!
Mas eu não abandonei o blog, não!
Tem vários rascunhos de postagens aguardando para serem publicados!
Enquanto isso, deixo aqui um comercial dos anos 90 que ganhou prêmios de publicidade, e que eu considero muito, muito bom.
Talvez por me identificar com o personagem? rs
Eu sofro desse mal... acho que preciso de uma honda!
Abraço!
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domingo, 16 de maio de 2010
Faça backup do seu blog!
Esta eu encontrei no O Esquema.
O vídeo abaixo mostra uma reportagem sobre o grande colapso da internet que aconteceu em 2007.
O motivo: um usuário com 35 janelas abertas (baixando vídeos, atualizando programas, ouvindo música, batendo papo... tudo ao mesmo tempo!)
E consta que todo o conteúdo da internet foi perdido!
Atenção para as medidas de emergência!
"... e em áreas urbanas, voluntários estão distribuindo dicas de dieta, fofocas de celebridades e poemas de humor sobre a vida no escritório de emergência"
Coloque no seu kit de emergência!
Como sobreviver sem isso?
O vídeo abaixo mostra uma reportagem sobre o grande colapso da internet que aconteceu em 2007.
O motivo: um usuário com 35 janelas abertas (baixando vídeos, atualizando programas, ouvindo música, batendo papo... tudo ao mesmo tempo!)
E consta que todo o conteúdo da internet foi perdido!
Atenção para as medidas de emergência!
"... e em áreas urbanas, voluntários estão distribuindo dicas de dieta, fofocas de celebridades e poemas de humor sobre a vida no escritório de emergência"
Coloque no seu kit de emergência!
Como sobreviver sem isso?
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
10 bandas nacionais de rock feminino!
Numa das minhas primeiras postagens, prometi que um dia me dedicaria a falar sobre o rock feminino nacional.
Poucos imaginam que o rock começou no país, oficialmente, com uma mulher.
O primeiro rock gravado por aqui foi "A Ronda das Horas", em 1955, com a cantora de samba-canção Nora Ney - um cover de "Rock Around the Clock".
Confesso que foi difícil selecionar bandas boas; tem muita banda ruinzinha por aí.
E não é porque é banda feminina, não! Dentre as bandas de homens também, para cada banda boa tem uma centena de porcarias.
Alguns sites para pesquisar sobre o rock feminino no Brasil:
Mundo Rock de Calcinha
Girls Music Zone
Rock Feminino, festival anual cuja edição mais recente foi em Rio Claro dia 20 de março.
Foi pesquisando nesses sites que eu encontrei as bandas que apresento no Top 10 a seguir (em ordem alfabética):
As Doidivinas

Esta banda carioca, formada em 2006, descreve seu som no Myspace como uma mistura do "som cru do proto punk com música de cabaret e letras envenenadas", com "pitadas de psychobilly, psicodelia, glitter e dor-de-cotovelo".
Ela é formada por Flávia Couri (Guitarra e Voz ), Luciana Morozini (Baixo) e Helga Balbi (Bateria). Já lançou um CD autoral e um videoclipe, ambos intitulados “Envenenada”.
Confira a música "Odes e Lamentos":
Blue Sheep
Da página no Myspace: "A Blue Sheep é um Power Trio feminino formado em meados de 2008 por Eveline (Guitarra), Gabi (Bateria) e Béa (Baixo e Vocal). Com cerca de 1 ano de formação o trio possui músicas próprias e covers de bandas como ZZ Top, Stevie Ray Vaughan e Grand Funk Railroad no repertório, trazendo uma proposta sonora de Hard Blues simples e de qualidade! Em março de 2009 teve sua primeira estréia nos palcos e desde então recebeu boas críticas, ganhando espaço para mostrar seu som: Rock’n Roll!"
Infelizmente, a banda acabou no início deste ano.
Abaixo, um vídeo desta banda de João Pessoa (PB), canção (delas) "Reviens":
E a mesma canção, versão acústica, só voz e violão:
Elas e Eu
(link para o Myspace)
Banda de São Paulo, formada por três mulheres e dois homens: Juliana Freitas (Vocal), Rita Marques (Composições e Guitarra), Raquel Abdian (Teclado, guitarra e backing vocal), Felipe Melloso (Baixo) e Ale Totti (Bateria).
Já lançou um cd ("O Jogo Mal Começou"), com capa bem estilosa, e o site é bem estiloso também, seguindo o mesmo tema.

Abaixo, a canção "O Jogo II".
Girlie Hell
(link para o Myspace)

Banda de Goiânia formada por cinco garotas (Sarah - vocal; Lola - baixo; Carol - bateria; Bullas - guitarra solo; Kaju - guitarra base) em 2008. Cantam músicas em inglês.
O som é bem decente, confiram vocês mesmos no clipe da música "Get Off":
Lava
(link para o Myspace)

Banda formada em 1996 e que, infelizmente, acabou em 2006.
Também tinha 5 integrantes, quatro mulheres e um homem (Silvana Mello - vocal; Alê Briganti - baixo e vocal; Eliane Testone - guitarra e vocal; Helena Fagundes - bateria; Danilo Costabile - guitarra).
Em 2003, lançou seu primeiro CD, "La Motocyclette", do qual saiu o clipe da música "Igloo":
Over C
(link para o Myspace)

Só a vocalista (Bia Lombardi) é do sexo feminino, mas achei que valia a pena entrar para este Top 10.
A banda conta com a participação de Heraldo Paarmann, ex-guitarrista do Ultraje a Rigor.
Seu primeiro CD, "Grow Up", foi lançado em 2008. Esta banda também canta em iglês.
Gostei da música "Sanity", mas aviso que o refrão é bem grudento.
Siete Armas

Banda de Sampa formada em 2006, com cinco garotas na formação: Débora Lopes (voz), Lu Carvalho (guitarra), Nessa Salvado (guitarra), Sarah C. Si. (baixo) e Helena Krausz (bateria).
As principais influências são Bob Dylan, Johnny Cash, Doors, Beatles, Stones, Led Zeppelin. Segundo o Myspace da banda, as letras "falam sobre comportamento, política, poesia, dinheiro, status e viagens extra-sensoriais, entre outros".
O som é melhor no Myspace do que nas gravações ao vivo que encontrei no YouTube, mas dá pra curtir um pouco.
Música "So Blues":
Stella Can
(link para o Myspace)

Banda gaúcha formada em 2007, com Juliana Nólibos (baixo e backing vocals), Luiza Gressler (guitarra and backing vocals) e Mariana Corbellini (bateria e vocal).
Mais uma banda cantando em inglês... mas o som é bem legal.
Em 2008 elas abriram o show de The Donnas em Porto Alegre.
Música "Drunk":
The Biggs
(link para o Myspace)

Banda de Sorocaba (SP), formada por Flavia Biggs (vocal e guitarra), Mayra Biggs (vocal e baixo) e Brown Biggs (bateria).
Não, eles não nasceram com esse sobrenome.
Na estrada desde 1997, tem dois CDs lançados: Wishful Thinking (2000) e The Roll Call (2007). Músicas em inglês.
Em comparação com as outras bandas já mencionadas, o som do The Biggs é mais pesado, vocal mais gritado, mas eu gosto também.
Aqui vai o clipe de "I Know it":
The Moxine

Também cantando em inglês, a banda de Monica Agena (vocal e guitarra - já foi guitarrista da banda Natiruts), Hagape Cakau (baixo) e Caju (bateria) foi formada em 2009, e já se apresentou em palcos internacionais.
Segundo o Myspace, "o Moxine representa uma síntese de um bom rock dançante e canções com belas melodias".
O som é bem limpo, parece bem profissional mesmo. Vale a pena ouvir!
Aqui vai o clipe de "Eletric Kiss":
E por hoje é só!
Espero que tenham gostado!
Poucos imaginam que o rock começou no país, oficialmente, com uma mulher.
O primeiro rock gravado por aqui foi "A Ronda das Horas", em 1955, com a cantora de samba-canção Nora Ney - um cover de "Rock Around the Clock".
Confesso que foi difícil selecionar bandas boas; tem muita banda ruinzinha por aí.
E não é porque é banda feminina, não! Dentre as bandas de homens também, para cada banda boa tem uma centena de porcarias.
Alguns sites para pesquisar sobre o rock feminino no Brasil:
Mundo Rock de Calcinha
Girls Music Zone
Rock Feminino, festival anual cuja edição mais recente foi em Rio Claro dia 20 de março.
Foi pesquisando nesses sites que eu encontrei as bandas que apresento no Top 10 a seguir (em ordem alfabética):
As Doidivinas

Esta banda carioca, formada em 2006, descreve seu som no Myspace como uma mistura do "som cru do proto punk com música de cabaret e letras envenenadas", com "pitadas de psychobilly, psicodelia, glitter e dor-de-cotovelo".
Ela é formada por Flávia Couri (Guitarra e Voz ), Luciana Morozini (Baixo) e Helga Balbi (Bateria). Já lançou um CD autoral e um videoclipe, ambos intitulados “Envenenada”.
Confira a música "Odes e Lamentos":
Blue Sheep
Da página no Myspace: "A Blue Sheep é um Power Trio feminino formado em meados de 2008 por Eveline (Guitarra), Gabi (Bateria) e Béa (Baixo e Vocal). Com cerca de 1 ano de formação o trio possui músicas próprias e covers de bandas como ZZ Top, Stevie Ray Vaughan e Grand Funk Railroad no repertório, trazendo uma proposta sonora de Hard Blues simples e de qualidade! Em março de 2009 teve sua primeira estréia nos palcos e desde então recebeu boas críticas, ganhando espaço para mostrar seu som: Rock’n Roll!"
Infelizmente, a banda acabou no início deste ano.
Abaixo, um vídeo desta banda de João Pessoa (PB), canção (delas) "Reviens":
E a mesma canção, versão acústica, só voz e violão:
Elas e Eu
(link para o Myspace)
Banda de São Paulo, formada por três mulheres e dois homens: Juliana Freitas (Vocal), Rita Marques (Composições e Guitarra), Raquel Abdian (Teclado, guitarra e backing vocal), Felipe Melloso (Baixo) e Ale Totti (Bateria).
Já lançou um cd ("O Jogo Mal Começou"), com capa bem estilosa, e o site é bem estiloso também, seguindo o mesmo tema.

Abaixo, a canção "O Jogo II".
Girlie Hell
(link para o Myspace)

Banda de Goiânia formada por cinco garotas (Sarah - vocal; Lola - baixo; Carol - bateria; Bullas - guitarra solo; Kaju - guitarra base) em 2008. Cantam músicas em inglês.
O som é bem decente, confiram vocês mesmos no clipe da música "Get Off":
Lava
(link para o Myspace)

Banda formada em 1996 e que, infelizmente, acabou em 2006.
Também tinha 5 integrantes, quatro mulheres e um homem (Silvana Mello - vocal; Alê Briganti - baixo e vocal; Eliane Testone - guitarra e vocal; Helena Fagundes - bateria; Danilo Costabile - guitarra).
Em 2003, lançou seu primeiro CD, "La Motocyclette", do qual saiu o clipe da música "Igloo":
Over C
(link para o Myspace)

Só a vocalista (Bia Lombardi) é do sexo feminino, mas achei que valia a pena entrar para este Top 10.
A banda conta com a participação de Heraldo Paarmann, ex-guitarrista do Ultraje a Rigor.
Seu primeiro CD, "Grow Up", foi lançado em 2008. Esta banda também canta em iglês.
Gostei da música "Sanity", mas aviso que o refrão é bem grudento.
Siete Armas

Banda de Sampa formada em 2006, com cinco garotas na formação: Débora Lopes (voz), Lu Carvalho (guitarra), Nessa Salvado (guitarra), Sarah C. Si. (baixo) e Helena Krausz (bateria).
As principais influências são Bob Dylan, Johnny Cash, Doors, Beatles, Stones, Led Zeppelin. Segundo o Myspace da banda, as letras "falam sobre comportamento, política, poesia, dinheiro, status e viagens extra-sensoriais, entre outros".
O som é melhor no Myspace do que nas gravações ao vivo que encontrei no YouTube, mas dá pra curtir um pouco.
Música "So Blues":
Stella Can
(link para o Myspace)

Banda gaúcha formada em 2007, com Juliana Nólibos (baixo e backing vocals), Luiza Gressler (guitarra and backing vocals) e Mariana Corbellini (bateria e vocal).
Mais uma banda cantando em inglês... mas o som é bem legal.
Em 2008 elas abriram o show de The Donnas em Porto Alegre.
Música "Drunk":
The Biggs
(link para o Myspace)

Banda de Sorocaba (SP), formada por Flavia Biggs (vocal e guitarra), Mayra Biggs (vocal e baixo) e Brown Biggs (bateria).
Não, eles não nasceram com esse sobrenome.
Na estrada desde 1997, tem dois CDs lançados: Wishful Thinking (2000) e The Roll Call (2007). Músicas em inglês.
Em comparação com as outras bandas já mencionadas, o som do The Biggs é mais pesado, vocal mais gritado, mas eu gosto também.
Aqui vai o clipe de "I Know it":
The Moxine

Também cantando em inglês, a banda de Monica Agena (vocal e guitarra - já foi guitarrista da banda Natiruts), Hagape Cakau (baixo) e Caju (bateria) foi formada em 2009, e já se apresentou em palcos internacionais.
Segundo o Myspace, "o Moxine representa uma síntese de um bom rock dançante e canções com belas melodias".
O som é bem limpo, parece bem profissional mesmo. Vale a pena ouvir!
Aqui vai o clipe de "Eletric Kiss":
E por hoje é só!
Espero que tenham gostado!
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
"All About Chemistry"
Passeando pela blogosfera (nossa, tô até usando jargões de blogueira agora!) encontrei o vídeo abaixo no Meio de Cultura e dei muitas risadas!
O vídeo é parte de uma campanha de apoio à carreira acadêmica, da União Européia, e mostra o que acontece quando você convida elementos químicos para uma festa.
Cuidado para não reservar lugar para a água e o potássio na mesma mesa!
O título da postagem veio de uma música do Semisonic.
O vídeo é parte de uma campanha de apoio à carreira acadêmica, da União Européia, e mostra o que acontece quando você convida elementos químicos para uma festa.
Cuidado para não reservar lugar para a água e o potássio na mesma mesa!
O título da postagem veio de uma música do Semisonic.
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sexta-feira, 9 de abril de 2010
Hodiaux mi parolos pri Esperanto.
Hoje eu falarei sobre o Esperanto.

O Esperanto é um idioma criado no final do século dezenove pelo polonês Ludwig Lazarus Zamenhof.
Seu propósito é ser uma segunda língua universal (e não, como alguns dizem por aí, substituir as línguas nacionais).
Cada pessoa aprenderia seu idioma local e o Esperanto, como língua mundial.
Isto facilitaria a comunicação entre diferentes povos.
Infelizmente, isto ainda não aconteceu.
Digo infelizmente, porque já presenciei congressos internacionais e sei o quanto uma pessoa pode se sentir humilhada apresentando um trabalho em inglês, independentemente da qualidade do trabalho.
Quando o dito "idioma internacional" é um idioma nacional, os nativos daquele idioma têm vantagem sobre os demais, o que não aconteceria com um idioma neutro como o Esperanto.

Além disso, ele é mais fácil de se aprender do que (pelo menos) a maioria das línguas nacionais. Ele foi criado para ser assim. Há poucas regras gramaticais, os radicais foram "emprestados" de diversos idiomas, e as construções das palavras e frases são parecidas com as usadas nas línguas orientais.
Vocês já ouviram um chinês ou japonês falando inglês? Não quero ofender ninguém, conheço pessoalmente chineses que falam inglês fluente, mas é conhecido o fato de que, em média, eles têm muita dificuldade com os fonemas dessa língua.
E com os chineses crescendo cada vez mais no mercado internacional, seria muito bom para nós se eles aprendessem o Esperanto... certamente mais fácil do que nós aprendermos chinês!
Na verdade, a China tem a maior comunidade esperantista do mundo (alguém se surpreende com isso?), e eu já assisti programas feitos na China, em Esperanto, na interet, e foi muito legal poder entender o que os apresentadores estavam dizendo!

<- Revista publicada em Esperanto pelo governo chinês
Ainda assim, muitos perguntam para quê aprender Esperanto: se é um "idioma internacional" que a maioria das pessoas não fala, ele não funciona...
O problema é que pouca gente conhece o Esperanto.
Seja por falta de divulgação, seja por uma tentativa deliberada de escondê-lo.
E por que alguém teria interesse em esconder o Esperanto?
Nossa, por onde começar?
Bem, vou só citar a não tão remota possibilidade de boicote (consciente ou não) por parte dos países que detêm o domínio cultural e lingüístico. Pode soar como teoria da conspiração, mas alguém duvida que os países de língua inglesa (e antes, de língua francesa) não têm o menor interesse em ver o inglês substituído como língua internacional?
Em termos mais práticos, o Esperanto é uma língua fácil de ser aprendida, e desde seu surgimento há métodos bons e gratuitos de aprendizado. Os cursos de idioma têm um mercado muito amplo hoje em dia e tembém não têm interesse na divulgação do Esperanto.
Além disso, o Esperanto chegou a ser de fato reprimido em vários momentos da História.
Zamenhof, seu criador, era judeu, e o movimento nazista acreditava que o Esperanto era uma tentativa de dominação semita!
O Esperanto também já foi tachado de comunista, "coisa de hippie", e também associado ao espiritismo, devido ao trabalho de divulgação feito por alguns membros dessa religião.
Apesar de tudo isso, e de ser uma língua relativamente nova, com pouco mais de cem anos, calcula-se que aproximadamente 2 milhões de pessoas a utilizem.
Existem famílias internacionais (formadas por casais de diferentes nacionalidades) que falam o Esperanto em casa, e cujos filhos aprendem o Esperanto como primeira língua!
Pai alemão e mãe chinesa educam filha em Esperanto
Eu li recentemente, em algum lugar, um texto em que o Esperanto era comparado com o telefone.
Houve um tempo, hoje inimaginável, em que ninguém tinha telefone.
Naquela época, não fazia sentido comprar um telefone, pois ninguém mais o teria, e não haveria para quem telefonar.
Mas algumas pessoas, mais abertas a novidades, começaram a ter telefones... e ficava cada vez mais útil ter um telefone à medida que mais pessoas o faziam.
Então... se você aprender Esperanto, vai contribuir para que valha ainda mais a pena aprender Esperanto! E quem sabe assim, um dia, ele seja tão ou mais difundido que o telefone!
Para quem se interessar, há muitos sites, e-livros, músicas e vídeos em Esperanto espalhados pela internet, e pretendo dedicar outras postagens a eles.
O site Lernu! (Aprenda!) é um ótimo começo!
É um portal sobre o Esperanto traduzido para dezenas de línguas, inclusive o português.
Tem diversos cursos gratuitos para todos os níveis, além de informações, links, vídeos, jogos, fóruns, piadas... e um ótimo tradutor de palavras.
Termino (?) a postagem com o filme de divulgação Esperanto Estas, em português, que também pode ser visto no site http://www.esperantoe.blogspot.com
Parte 01
Esperanto é uma língua útil para tudo
Parte 02
Esperanto é uma língua com muitas características
Parte 03
Esperanto é uma língua usada de várias maneiras
Parte 04
Esperanto é uma língua digna e possível de ser aprendida por todos
(Esperantistas do mundo todo respondem às perguntas "Por que você aprendeu esperanto?" "Foi fácil pra você aprender esperanto?" "O esperanto é útil pra você?" Além disso, você verá uma apresentação da língua e poderá também aprender algumas frases em esperanto)
04A
04B
Parte 05
Esperanto é uma língua com um movimento bem diversificado
Parte 06
Esperanto é uma língua do futuro
Gxis revido!

O Esperanto é um idioma criado no final do século dezenove pelo polonês Ludwig Lazarus Zamenhof.Seu propósito é ser uma segunda língua universal (e não, como alguns dizem por aí, substituir as línguas nacionais).
Cada pessoa aprenderia seu idioma local e o Esperanto, como língua mundial.
Isto facilitaria a comunicação entre diferentes povos.
Infelizmente, isto ainda não aconteceu.
Digo infelizmente, porque já presenciei congressos internacionais e sei o quanto uma pessoa pode se sentir humilhada apresentando um trabalho em inglês, independentemente da qualidade do trabalho.
Quando o dito "idioma internacional" é um idioma nacional, os nativos daquele idioma têm vantagem sobre os demais, o que não aconteceria com um idioma neutro como o Esperanto.

Além disso, ele é mais fácil de se aprender do que (pelo menos) a maioria das línguas nacionais. Ele foi criado para ser assim. Há poucas regras gramaticais, os radicais foram "emprestados" de diversos idiomas, e as construções das palavras e frases são parecidas com as usadas nas línguas orientais.
Vocês já ouviram um chinês ou japonês falando inglês? Não quero ofender ninguém, conheço pessoalmente chineses que falam inglês fluente, mas é conhecido o fato de que, em média, eles têm muita dificuldade com os fonemas dessa língua.
E com os chineses crescendo cada vez mais no mercado internacional, seria muito bom para nós se eles aprendessem o Esperanto... certamente mais fácil do que nós aprendermos chinês!
Na verdade, a China tem a maior comunidade esperantista do mundo (alguém se surpreende com isso?), e eu já assisti programas feitos na China, em Esperanto, na interet, e foi muito legal poder entender o que os apresentadores estavam dizendo!

<- Revista publicada em Esperanto pelo governo chinês
Ainda assim, muitos perguntam para quê aprender Esperanto: se é um "idioma internacional" que a maioria das pessoas não fala, ele não funciona...
O problema é que pouca gente conhece o Esperanto.
Seja por falta de divulgação, seja por uma tentativa deliberada de escondê-lo.
E por que alguém teria interesse em esconder o Esperanto?
Nossa, por onde começar?
Bem, vou só citar a não tão remota possibilidade de boicote (consciente ou não) por parte dos países que detêm o domínio cultural e lingüístico. Pode soar como teoria da conspiração, mas alguém duvida que os países de língua inglesa (e antes, de língua francesa) não têm o menor interesse em ver o inglês substituído como língua internacional?
Em termos mais práticos, o Esperanto é uma língua fácil de ser aprendida, e desde seu surgimento há métodos bons e gratuitos de aprendizado. Os cursos de idioma têm um mercado muito amplo hoje em dia e tembém não têm interesse na divulgação do Esperanto.
Além disso, o Esperanto chegou a ser de fato reprimido em vários momentos da História.
Zamenhof, seu criador, era judeu, e o movimento nazista acreditava que o Esperanto era uma tentativa de dominação semita!
O Esperanto também já foi tachado de comunista, "coisa de hippie", e também associado ao espiritismo, devido ao trabalho de divulgação feito por alguns membros dessa religião.
Apesar de tudo isso, e de ser uma língua relativamente nova, com pouco mais de cem anos, calcula-se que aproximadamente 2 milhões de pessoas a utilizem.
Existem famílias internacionais (formadas por casais de diferentes nacionalidades) que falam o Esperanto em casa, e cujos filhos aprendem o Esperanto como primeira língua!
Eu li recentemente, em algum lugar, um texto em que o Esperanto era comparado com o telefone.
Houve um tempo, hoje inimaginável, em que ninguém tinha telefone.
Naquela época, não fazia sentido comprar um telefone, pois ninguém mais o teria, e não haveria para quem telefonar.
Mas algumas pessoas, mais abertas a novidades, começaram a ter telefones... e ficava cada vez mais útil ter um telefone à medida que mais pessoas o faziam.
Então... se você aprender Esperanto, vai contribuir para que valha ainda mais a pena aprender Esperanto! E quem sabe assim, um dia, ele seja tão ou mais difundido que o telefone!
Para quem se interessar, há muitos sites, e-livros, músicas e vídeos em Esperanto espalhados pela internet, e pretendo dedicar outras postagens a eles.
O site Lernu! (Aprenda!) é um ótimo começo!
É um portal sobre o Esperanto traduzido para dezenas de línguas, inclusive o português.
Tem diversos cursos gratuitos para todos os níveis, além de informações, links, vídeos, jogos, fóruns, piadas... e um ótimo tradutor de palavras.
Termino (?) a postagem com o filme de divulgação Esperanto Estas, em português, que também pode ser visto no site http://www.esperantoe.blogspot.com
Parte 01
Esperanto é uma língua útil para tudo
Parte 02
Esperanto é uma língua com muitas características
Parte 03
Esperanto é uma língua usada de várias maneiras
Parte 04
Esperanto é uma língua digna e possível de ser aprendida por todos
(Esperantistas do mundo todo respondem às perguntas "Por que você aprendeu esperanto?" "Foi fácil pra você aprender esperanto?" "O esperanto é útil pra você?" Além disso, você verá uma apresentação da língua e poderá também aprender algumas frases em esperanto)
04A
04B
Parte 05
Esperanto é uma língua com um movimento bem diversificado
Parte 06
Esperanto é uma língua do futuro
Gxis revido!
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quarta-feira, 31 de março de 2010
Mulheres no rock
Não deixa de me espantar a razão desproporcional entre homens e mulheres famosos no mundo da música, e no rock em particular.
São poucas as mulheres que conseguem estourar na mídia e ficar conhecidas, mas desde os primórdios do rock elas estão por aí, fazendo um som incrível.
Decidi partilhar com vocês alguns vídeos dessas mulheres pioneiras.
Prometo dedicar outra postagem a bandas brasileiras da atualidade, e aceito sugestões!
Começo com a maravilhosa Ruth Brown com a canção Mama He Treats Your Daughter Mean, gravação de 1955.
A primeira música que ouvi na voz dela foi This Little Girl is Gone-a-Rocking, que baixei porque curti o título e não me arrependi.
Wanda Jackson ganhou o título de Rainha do Rock. Ela tem músicas muito legais, mas algumas coisas são muito country pro meu gosto...
O vídeo abaixo é de 1958, música Hard Headed Woman.
Janis Martin, por sua vez, foi denominada "O Elvis Presley de Saia". Ela fez sucesso ainda adolescente, nos anos 50.
Infelizmente, uma série de circunstâncias (incluindo a dificuldade de marcar shows, porque se parte do público já considerava Elvis "indecente", o que não diriam de uma garota roqueira, mas em particular o fato de ter se casado e engravidado bastante nova) interrompeu sua carreira, e ela só voltou a subir nos palcos após os 50 anos de idade.
Não encontrei filmagens antigas, mas a montagem abaixo ficou bem razoável. A música chama-se Drugstore Rock'n'Roll.
Para encerrar, bem, vocês talvez saibam que está para ser lançado um filme sobre a banda dos anos 70 The Runaways.
Esta banda ficou conhecida como a primeira banda de rock formada por garotas, mas provavelmente é mais correto dizer que foram a primeira banda formada por garotas a fazer sucesso. Sua integrante mais famosa foi Joan Jett, que seguiu carreira solo e emplacou o clássico I Love Rock'n'Roll nos anos 80.
O filme tem Kristen Stewart (de Crepúsculo) no papel de Joan e uma Dakota Fanning mostrando que cresceu e não é mais uma "grande menina", interpretando Cherie Curie. Não vou fazer críticas ao filme antes de vê-lo, mas gostei do clipe de divulgação da música Cherry Bomb. Além de terem certa semelhança física com as personagens, as atrizes cantam mesmo, e até que se viram bem.
Quero ver! Infelizmente, parece que só estréia por aqui no final do ano...
São poucas as mulheres que conseguem estourar na mídia e ficar conhecidas, mas desde os primórdios do rock elas estão por aí, fazendo um som incrível.
Decidi partilhar com vocês alguns vídeos dessas mulheres pioneiras.
Prometo dedicar outra postagem a bandas brasileiras da atualidade, e aceito sugestões!
Começo com a maravilhosa Ruth Brown com a canção Mama He Treats Your Daughter Mean, gravação de 1955.
A primeira música que ouvi na voz dela foi This Little Girl is Gone-a-Rocking, que baixei porque curti o título e não me arrependi.
Wanda Jackson ganhou o título de Rainha do Rock. Ela tem músicas muito legais, mas algumas coisas são muito country pro meu gosto...
O vídeo abaixo é de 1958, música Hard Headed Woman.
Janis Martin, por sua vez, foi denominada "O Elvis Presley de Saia". Ela fez sucesso ainda adolescente, nos anos 50.
Infelizmente, uma série de circunstâncias (incluindo a dificuldade de marcar shows, porque se parte do público já considerava Elvis "indecente", o que não diriam de uma garota roqueira, mas em particular o fato de ter se casado e engravidado bastante nova) interrompeu sua carreira, e ela só voltou a subir nos palcos após os 50 anos de idade.
Não encontrei filmagens antigas, mas a montagem abaixo ficou bem razoável. A música chama-se Drugstore Rock'n'Roll.
Para encerrar, bem, vocês talvez saibam que está para ser lançado um filme sobre a banda dos anos 70 The Runaways.
Esta banda ficou conhecida como a primeira banda de rock formada por garotas, mas provavelmente é mais correto dizer que foram a primeira banda formada por garotas a fazer sucesso. Sua integrante mais famosa foi Joan Jett, que seguiu carreira solo e emplacou o clássico I Love Rock'n'Roll nos anos 80.
O filme tem Kristen Stewart (de Crepúsculo) no papel de Joan e uma Dakota Fanning mostrando que cresceu e não é mais uma "grande menina", interpretando Cherie Curie. Não vou fazer críticas ao filme antes de vê-lo, mas gostei do clipe de divulgação da música Cherry Bomb. Além de terem certa semelhança física com as personagens, as atrizes cantam mesmo, e até que se viram bem.
Quero ver! Infelizmente, parece que só estréia por aqui no final do ano...
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