Dia 21 de novembro tem Paul McCartney no Morumbi.
Você já deve estar sabendo.
Não consegui comprar ingressos na pré-venda, dia 15.
Esgotou-se a cota em menos de 12 horas.
Consta que vai reabrir, agora para todas as pessoas, dentro de 8 horas (7hs e 35 minutos, para ser exata).
Desejem-me sorte!
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segunda-feira, 18 de outubro de 2010
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Adeus, 25
Awesome
(Veruca Salt)
Goodbye 25, you were a good year for the girls.
Goodbye 25, you'll be the goldfinch, I'm the harpies.
There's something in the unity,
Forget humility,
Oh, what's coming over me
It's awesome, awesome,
God forgive me, I know it's so awesome, awesome,
Heaven help me, I know it's a fine place to be.
Goodbye indolence, your filthy left hand kept me down.
Goodbye cowardice, you'll be the Tigris, I'm Euphrates.
There's something in the unity,
Forget humility,
Oh, what's coming over me
It's awesome, awesome,
God forgive me, I know it's so awesome, awesome.
Heaven help me, I know, I know it's a fine place to be.
There's something in the unity,
What's coming over me...
Oh, fuck humility,
We're awesome, awesome.
All the Salts go, I know it's so awesome, awesome.
Everybody, I know, I know it's a fine place to be...
Esta canção maravilhosa é do álbum "Eight Arms to Hold You" (1997), da banda americana Veruca Salt.
Link para baixar o álbum (muito recomendado!):http://www.4shared.com/file/131763814/7bf37612/Veruca_Salt__Eight_Arms_To_Hold_You_1997_.html
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segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Driving Driving Driving - Kimya Dawson
Não é exatamente uma novidade, mas eu encontrei hoje e quero compartilhar.
A cantora folk (ou melhor, anti-folk, segundo ela) americana Kimya Dawson (responsável por boa parte das canções do filme Juno) fez uma música sobre o derramamento de petróleo no Golfo do México.
Consta que, após quatro meses da explosão da plataforma de petróleo, conseguiram parar o vazamento. Mas o petróleo continua no mar.
Eu adoro a Kimya. Suas músicas são simples, mas dizem tudo.
Ela publicou o clipe abaixo em seu blog no dia 24 de junho.
A cantora folk (ou melhor, anti-folk, segundo ela) americana Kimya Dawson (responsável por boa parte das canções do filme Juno) fez uma música sobre o derramamento de petróleo no Golfo do México.
Consta que, após quatro meses da explosão da plataforma de petróleo, conseguiram parar o vazamento. Mas o petróleo continua no mar.
Eu adoro a Kimya. Suas músicas são simples, mas dizem tudo.
Ela publicou o clipe abaixo em seu blog no dia 24 de junho.
Driving Driving Driving
I'm not a conspiracy theorist, but I read blogs by scientists
And I believe they know more than we are being told
By the mainstream media sources who want the truth to hold it's horses
so there isn't mass hysteria as the sea floor erodes
And those in and on the ocean all say hey what's this commotion
and they try to get away but they are moving in slow motion
because their bodies are so heavy from a substance thick and deadly
they say I don't want to die It's all your fault I wasn't ready
I'm so sorry and I'm scared and sad and mad and unprepared
to see the stuff that's in the sea evaporate into the air
where it will gather and form clouds that travel north upon the wind
and drop their cool refreshing poison raindrops on our crops and children
So this may be the end I've always thought the end of man
would be exactly what we need for the earth to stand a chance
And I always thought I would be fine If this happened if my lifetime
But now that I'm a mother it seems much more terrifying
And I've always identified with a turtle's soft insides
Because there are times when I really need to hide
But even the strongest, hardest, thickest shell is not designed
to survive, to survive, to survive
Something of this magnitude
Because water is fluid and oil is crude
And it billows way down deep and it sticks to grains of sand
And it floats upon the surface where the birds all try to land
And the marshes are all ruined and ecosystems destroyed
And the people all along the Gulf Coast are now unemployed
While the men who cut the corners still scream DRILL, DRILL, DRILL
from their yachts so far away and their mansions on the hill
And they turn away the cameras and scream KILL, KILL, KILL
As they light endangered sea turtles on fire
They light turtles on fire
Because the seas are all connected, and we are all connected
And you are in denial if you think you won't be affected
You can't hide behind your flag because water knows no border
It will creep in every crack and seep in every pore
They lie about the numbers the solutions are illusions
But no cover up can hide this huge of a contusion
On the face of our mother, that's right, mother earth
Is the cost of every living thing what your product is worth?
Well, we are all afflicted with an underground addiction
will our desire for convenience be the cause of our extinction?
And the industry's the master and we are all the slaves
And we're DRIVING, DRIVING, DRIVING to our GRAVES, GRAVES, GRAVES
We must teach our kids to love themselves and let them live their lives
What will they be if they grow up? Whatever they like.
It's crucial to raise children who don't do what they're told
Who will fight for what's right and who can't be bought or sold
I want nothing of this business I am staying underground
And I'm gonna ride the railroad and let my guard down
We can forage, and ride bikes, and jump in lakes, and go on hikes
We can sing and sing for hours and click LIKE, LIKE, LIKE
When somebody posts something good we share and spread the truth
It's time to define what success means to you
I hope my kid will never be another cog in their machine
Trapped inside a box trying to remember her dreams
They will sell us all out for their GREED, GREED, GREED
As we cry for the earth as she BLEEDS, BLEEDS, BLEEDS
So hold on to your loved ones, yeah, hold on for dear life
Try to walk like thunder leaving footprints that are light
Hold on to your loved ones, hold on for dear life
Try to walk like thunder leaving footprints that are light
I'm not a conspiracy theorist, but I read blogs by scientists
And I believe they know more than we are being told
By the mainstream media sources who want the truth to hold it's horses
so there isn't mass hysteria as the sea floor erodes
And those in and on the ocean all say hey what's this commotion
and they try to get away but they are moving in slow motion
because their bodies are so heavy from a substance thick and deadly
they say I don't want to die It's all your fault I wasn't ready
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sábado, 14 de agosto de 2010
O amor à música
Encontrei no blog Heartwood Guitar Instruction.
O vídeo abaixo é uma reportagem da CBS, de maio de 2009 (em inglês e sem legendas, infelizmente), sobre Andy Mackie, um senhor escocês de 71 anos que vive nos Estados Unidos.
Após nove cirurgias cardíacas, ele estava tomando 15 remédios para o coração, mas seus efeitos colaterais eram muito debilitantes.
Então, um dia, ele decidiu parar de tomar os remédios, e dedicar seus últimos dias àquilo que sempre amou: a música. Ele usou o dinheiro que gastaria em remédios para comprar 300 gaitas, que deu a crianças carentes, com aulas inclusas.
Como Andy não morreu no mês seguinte, comprou mais algumas centenas.
Isso foi 12 anos, e mais de 13.000 gaitas, atrás.
Andy também passou a fabricar instrumentos simples de corda e ensinar técnicas de violão às crianças.
Algumas crianças aprenderam a fabricar os instrumentos, para que a prática se mantenha, e elas são encorajadas a ensinar o que aprendem a outras crianças.
Arrecadações da Andy Mackie Music Foundation são utilizadas para a doação de novos instrumentos, a contratação de professores e concessões de bolsas de estudo.
"Não acho que Bill Gates se sinta mais rico do que eu", diz Andy na reportagem.
Que bom que há pessoas assim no mundo!
O vídeo abaixo é uma reportagem da CBS, de maio de 2009 (em inglês e sem legendas, infelizmente), sobre Andy Mackie, um senhor escocês de 71 anos que vive nos Estados Unidos.
Após nove cirurgias cardíacas, ele estava tomando 15 remédios para o coração, mas seus efeitos colaterais eram muito debilitantes.Então, um dia, ele decidiu parar de tomar os remédios, e dedicar seus últimos dias àquilo que sempre amou: a música. Ele usou o dinheiro que gastaria em remédios para comprar 300 gaitas, que deu a crianças carentes, com aulas inclusas.
Como Andy não morreu no mês seguinte, comprou mais algumas centenas.
Isso foi 12 anos, e mais de 13.000 gaitas, atrás.
Andy também passou a fabricar instrumentos simples de corda e ensinar técnicas de violão às crianças.
Algumas crianças aprenderam a fabricar os instrumentos, para que a prática se mantenha, e elas são encorajadas a ensinar o que aprendem a outras crianças.
Arrecadações da Andy Mackie Music Foundation são utilizadas para a doação de novos instrumentos, a contratação de professores e concessões de bolsas de estudo.
"Não acho que Bill Gates se sinta mais rico do que eu", diz Andy na reportagem.
Que bom que há pessoas assim no mundo!
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domingo, 8 de agosto de 2010
49 anos de The Edge!
E daí que 49 não são 50?Hoje é aniversário de um dos maiores guitarristas do mundo; temos que comemorar!
The Edge (ou "David Howell Evans") nasceu no dia 08 de agosto de 1961.
Uma característica marcante na guitarra do U2 é o uso que The Edge faz do efeito delay, ou "eco".
Pra quem quer entender e/ou tentar imitar (e lê inglês), um site publicou um "estudo do delay de The Edge".
Biografia detalhada, que nem a do Bono, deixo pro ano que vem. Agora, só um vídeo:
The Edge cantando e tocando Sunday Bloody Sunday na turnê Popmart, em 1998
Tá bom, dois vídeos!
O segundo vai de brinde, só para vocês verem o tal do delay:
Where the Streets have no Name, ao vivo
Amo!
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
The Black Crowes
Se você gosta de rock e não conhece The Black Crowes, não sabe o que está perdendo!
Os irmãos Chris (vocais) e Rich (guitarra) Robinson formaram a banda em 1985, mas o primeiro álbum (Shake Your Money Maker) só saiu em 1990. O som é bem anos 70, meio psicodélico e bastante inspirado nos Stones. Mas eu recomendo que você ouça e tire suas próprias conclusões.
Discografia:
- Shake Your Money Maker - 1990
- The Southern Harmony And Musical Companion - 1992
- Amorica - 1994
- Three Snakes & One Charm - 1996
- By Your Side - 1999
- Live At The Greek With Jimmy Page - 2000
- Greatest Hits 1990–1999: A Tribute to a Work in Progress - 2000
- Lions - 2001
- Live – 2002
- Freak ‘n’ Roll … Into The Fog – 2006
- The Lost Crowes – 2006
- Warpaint - 2008
- Warpaint Live – 2008
- Before the Frost...Until the Freeze - 2009
(a maioria está disponível no Radiação Sonora)
Se quiser saber mais, o artigo sobre eles na Wikipedia é muito bom, apesar de um pouco desatualizado.
Abaixo o clipe de "Remedy", uma das músicas mais conhecidas da banda, do álbum The Southern Harmony And Musical Companion:
Os irmãos Chris (vocais) e Rich (guitarra) Robinson formaram a banda em 1985, mas o primeiro álbum (Shake Your Money Maker) só saiu em 1990. O som é bem anos 70, meio psicodélico e bastante inspirado nos Stones. Mas eu recomendo que você ouça e tire suas próprias conclusões.
Discografia:
- Shake Your Money Maker - 1990
- The Southern Harmony And Musical Companion - 1992
- Amorica - 1994
- Three Snakes & One Charm - 1996
- By Your Side - 1999
- Live At The Greek With Jimmy Page - 2000
- Greatest Hits 1990–1999: A Tribute to a Work in Progress - 2000
- Lions - 2001
- Live – 2002
- Freak ‘n’ Roll … Into The Fog – 2006
- The Lost Crowes – 2006
- Warpaint - 2008
- Warpaint Live – 2008
- Before the Frost...Until the Freeze - 2009
(a maioria está disponível no Radiação Sonora)
Se quiser saber mais, o artigo sobre eles na Wikipedia é muito bom, apesar de um pouco desatualizado.
Abaixo o clipe de "Remedy", uma das músicas mais conhecidas da banda, do álbum The Southern Harmony And Musical Companion:
quarta-feira, 14 de julho de 2010
Hey hey, my my... Rock and roll will never die!
No dia 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres e na Filadélfia, transmitido ao vivo para diversos países do mundo pela BBC, com o objetivo de acabar com a fome na Etiópia.Participaram do show histórico artistas como Led Zeppelin, Madonna, Dire Straits, Queen, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, U2, Paul McCartney, The Who, Eric Clapton, Black Sabbath e Phil Collins (que tocou nos dois lugares).
Assim nasceu o Dia Mundial do Rock.
O rock sempre esteve associado à rebeldia e à contestação. "Ele quer modificar o mundo, esse tal de Roque Enrol".
Como disse Bono, do U2: "Eu tenho dois instintos: eu quero me divertir e eu quero mudar o mundo. Como um rock star, eu posso fazer os dois."
Rock é muito mais que um estilo musical!
Ainda que muitas vezes tenhamos a sensação de que vivemos em uma época cínica em que o mercado devora todas as idéias e as cospe de volta mastigadas na forma de uma "moda" desprovida de sentido (lembram das modas "neo-hippie" e "punk" de uns tempos atrás?), e mesmo que "artistas" com boa aparência e qualidade duvidosa pareçam dominar o cenário da música, o verdadeiro rock'n'roll pode ser encontrado se você procurar, e só depende de nós mentê-lo vivo.
O rock já tem sessenta anos.
Para muitos, isso deve soar muito antigo, mas seu espírito é sempre jovem.
O rock é a verdadeira fonte da juventude.
Esqueça os cremes e as plásticas; ouça rock e seja jovem para sempre!
Ps: o título foi inspirado por uma canção do Neil Young.
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segunda-feira, 28 de junho de 2010
Metamorfose Ambulante
Salvador, 28 de junho de 1945: nascia Raul Santos Seixas, um dos maiores nomes do rock nacional.
Mais um grande nome da música que nos deixou... mas sua obra vai viver para sempre!
(que o digam os músicos que ouvem toda hora a platéia gritar "TOCA RAUL!!!")
Hoje, Raulzito completaria 65 anos.
Em homenagem, o divertido clipe da canção Tente Outra Vez:
Mais um grande nome da música que nos deixou... mas sua obra vai viver para sempre!
(que o digam os músicos que ouvem toda hora a platéia gritar "TOCA RAUL!!!")
Hoje, Raulzito completaria 65 anos.
Em homenagem, o divertido clipe da canção Tente Outra Vez:
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domingo, 27 de junho de 2010
The King is dead...
Já fez um ano... difícil de acreditar.
A Lídia, no blog Ecos na Sala, também escreveu sobre este assunto.
Dia 25 foi o primeiro aniversário da morte de Michael Jackson.
Eu lembro do dia em que recebi a notícia. Estava em um congresso, fazendo plantão junto ao meu painel, quando um amigo me falou. A notícia correu como um rastro de pólvora e em instantes todos estavam sabendo.
No meio do circo que armaram em torno da morte dele, que me lembra a canção Candle in the Wind que Elton John fez para Marilyn Monroe ("even when you died all the press still haunted you"...), a minha sensação era estranha.
Porque, para ser sincera, as músicas que eu conheço dele são (relativamente) antigas. Eu o admirava muito, mas acho que admirava o Michael dos anos 80.
Isso não quer dizer que não tenha sentido muito pela sua morte. Senti, e ainda sinto, muita tristeza.
Ele era um artista fantástico.
Suas músicas ainda soam novas, seus clipes (Billie Jean, Thriller, Black or White...) ainda constam dentre os melhores clipes do mundo, e ainda me arrepio toda ao ver gravações suas ao vivo.
Como a música abaixo, Smooth Criminal:
Pouco depois da morte de Michael, eu li uma postagem no Mindprints que gostaria de partilhar, porque me identifiquei muito com ela. Especialmente o modo como o autor, Marcio K, fala da sua relação com música ao longo da vida.
Mesmo eu tendo nascido alguns anos depois dele, e tendo conhecido Michael quando ele já era o Rei do Pop há muito tempo, minha relação com a música foi semelhante.
Me lembro de como comprar CDs e assistir MTV eram obsessões, no começo da adolescência. Quando eu tinha uns 13, 14 anos, CDs não eram tão caros quanto agora (custavam uns R$18), e eu e minhas amigas baseávamos o preço das coisas em quantos CDs poderíamos comprar com aquele dinheiro ("Que absurdo! Essa calça custa uns cinco CDs!").
E eu sentava com minhas amigas para ouvir música e conversar... eu escrevia e traduzia letras de música para outras pessoas, e nós discutíamos as letras das músicas, e falávamos de música, filmes, livros, escola, garotos, artistas, política, futuro... Esses momentos foram uma parte muito importante do nosso crescimento.
Michael, no entanto, não participou muito desses momentos. Ele estava mais no fundo... mas sempre presente.
Acreditem ou não, o CD duplo HIStory foi um dos primeiros CDs que comprei na minha vida. Acho que eu tinha oito anos. Não me lembro a ordem, mas sei que os quatro primeiros CDs que comprei foram: Nove Luas dos Paralamas do Sucesso (que ouvi muito mas depois enjoei e dei para uma amiga), um de Sandy & Júnior (eu tinha oito anos, vai! Já sumiu faz tempo!), um com "os grandes sucessos de Raul Seixas" (esse eu ainda ouço e amo) e o HIStory.
Até recentemente, eu colocava o CD mais para dançar, não prestava muita atenção às músicas.
Com exceção de Man in the Mirror, que sempre achei linda:
É realmente uma pena termos perdido este grande talento.
Mas é maravilhoso que ele tenha existido e trazido tantas coisas boas!
Sua música não vai morrer, nunca!
Eu vou aprender a tocar guitarra e tocar Beat It, esperem para ver!
Beat It, ao vivo em Munique em 1997 (turnê HIStory), com a fodástica Jennifer Batten na guitarra:
Na verdade, Michael não morreu.
Ele só voltou para o planeta dele.
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quarta-feira, 12 de maio de 2010
10 bandas nacionais de rock feminino!
Numa das minhas primeiras postagens, prometi que um dia me dedicaria a falar sobre o rock feminino nacional.
Poucos imaginam que o rock começou no país, oficialmente, com uma mulher.
O primeiro rock gravado por aqui foi "A Ronda das Horas", em 1955, com a cantora de samba-canção Nora Ney - um cover de "Rock Around the Clock".
Confesso que foi difícil selecionar bandas boas; tem muita banda ruinzinha por aí.
E não é porque é banda feminina, não! Dentre as bandas de homens também, para cada banda boa tem uma centena de porcarias.
Alguns sites para pesquisar sobre o rock feminino no Brasil:
Mundo Rock de Calcinha
Girls Music Zone
Rock Feminino, festival anual cuja edição mais recente foi em Rio Claro dia 20 de março.
Foi pesquisando nesses sites que eu encontrei as bandas que apresento no Top 10 a seguir (em ordem alfabética):
As Doidivinas

Esta banda carioca, formada em 2006, descreve seu som no Myspace como uma mistura do "som cru do proto punk com música de cabaret e letras envenenadas", com "pitadas de psychobilly, psicodelia, glitter e dor-de-cotovelo".
Ela é formada por Flávia Couri (Guitarra e Voz ), Luciana Morozini (Baixo) e Helga Balbi (Bateria). Já lançou um CD autoral e um videoclipe, ambos intitulados “Envenenada”.
Confira a música "Odes e Lamentos":
Blue Sheep
Da página no Myspace: "A Blue Sheep é um Power Trio feminino formado em meados de 2008 por Eveline (Guitarra), Gabi (Bateria) e Béa (Baixo e Vocal). Com cerca de 1 ano de formação o trio possui músicas próprias e covers de bandas como ZZ Top, Stevie Ray Vaughan e Grand Funk Railroad no repertório, trazendo uma proposta sonora de Hard Blues simples e de qualidade! Em março de 2009 teve sua primeira estréia nos palcos e desde então recebeu boas críticas, ganhando espaço para mostrar seu som: Rock’n Roll!"
Infelizmente, a banda acabou no início deste ano.
Abaixo, um vídeo desta banda de João Pessoa (PB), canção (delas) "Reviens":
E a mesma canção, versão acústica, só voz e violão:
Elas e Eu
(link para o Myspace)
Banda de São Paulo, formada por três mulheres e dois homens: Juliana Freitas (Vocal), Rita Marques (Composições e Guitarra), Raquel Abdian (Teclado, guitarra e backing vocal), Felipe Melloso (Baixo) e Ale Totti (Bateria).
Já lançou um cd ("O Jogo Mal Começou"), com capa bem estilosa, e o site é bem estiloso também, seguindo o mesmo tema.

Abaixo, a canção "O Jogo II".
Girlie Hell
(link para o Myspace)

Banda de Goiânia formada por cinco garotas (Sarah - vocal; Lola - baixo; Carol - bateria; Bullas - guitarra solo; Kaju - guitarra base) em 2008. Cantam músicas em inglês.
O som é bem decente, confiram vocês mesmos no clipe da música "Get Off":
Lava
(link para o Myspace)

Banda formada em 1996 e que, infelizmente, acabou em 2006.
Também tinha 5 integrantes, quatro mulheres e um homem (Silvana Mello - vocal; Alê Briganti - baixo e vocal; Eliane Testone - guitarra e vocal; Helena Fagundes - bateria; Danilo Costabile - guitarra).
Em 2003, lançou seu primeiro CD, "La Motocyclette", do qual saiu o clipe da música "Igloo":
Over C
(link para o Myspace)

Só a vocalista (Bia Lombardi) é do sexo feminino, mas achei que valia a pena entrar para este Top 10.
A banda conta com a participação de Heraldo Paarmann, ex-guitarrista do Ultraje a Rigor.
Seu primeiro CD, "Grow Up", foi lançado em 2008. Esta banda também canta em iglês.
Gostei da música "Sanity", mas aviso que o refrão é bem grudento.
Siete Armas

Banda de Sampa formada em 2006, com cinco garotas na formação: Débora Lopes (voz), Lu Carvalho (guitarra), Nessa Salvado (guitarra), Sarah C. Si. (baixo) e Helena Krausz (bateria).
As principais influências são Bob Dylan, Johnny Cash, Doors, Beatles, Stones, Led Zeppelin. Segundo o Myspace da banda, as letras "falam sobre comportamento, política, poesia, dinheiro, status e viagens extra-sensoriais, entre outros".
O som é melhor no Myspace do que nas gravações ao vivo que encontrei no YouTube, mas dá pra curtir um pouco.
Música "So Blues":
Stella Can
(link para o Myspace)

Banda gaúcha formada em 2007, com Juliana Nólibos (baixo e backing vocals), Luiza Gressler (guitarra and backing vocals) e Mariana Corbellini (bateria e vocal).
Mais uma banda cantando em inglês... mas o som é bem legal.
Em 2008 elas abriram o show de The Donnas em Porto Alegre.
Música "Drunk":
The Biggs
(link para o Myspace)

Banda de Sorocaba (SP), formada por Flavia Biggs (vocal e guitarra), Mayra Biggs (vocal e baixo) e Brown Biggs (bateria).
Não, eles não nasceram com esse sobrenome.
Na estrada desde 1997, tem dois CDs lançados: Wishful Thinking (2000) e The Roll Call (2007). Músicas em inglês.
Em comparação com as outras bandas já mencionadas, o som do The Biggs é mais pesado, vocal mais gritado, mas eu gosto também.
Aqui vai o clipe de "I Know it":
The Moxine

Também cantando em inglês, a banda de Monica Agena (vocal e guitarra - já foi guitarrista da banda Natiruts), Hagape Cakau (baixo) e Caju (bateria) foi formada em 2009, e já se apresentou em palcos internacionais.
Segundo o Myspace, "o Moxine representa uma síntese de um bom rock dançante e canções com belas melodias".
O som é bem limpo, parece bem profissional mesmo. Vale a pena ouvir!
Aqui vai o clipe de "Eletric Kiss":
E por hoje é só!
Espero que tenham gostado!
Poucos imaginam que o rock começou no país, oficialmente, com uma mulher.
O primeiro rock gravado por aqui foi "A Ronda das Horas", em 1955, com a cantora de samba-canção Nora Ney - um cover de "Rock Around the Clock".
Confesso que foi difícil selecionar bandas boas; tem muita banda ruinzinha por aí.
E não é porque é banda feminina, não! Dentre as bandas de homens também, para cada banda boa tem uma centena de porcarias.
Alguns sites para pesquisar sobre o rock feminino no Brasil:
Mundo Rock de Calcinha
Girls Music Zone
Rock Feminino, festival anual cuja edição mais recente foi em Rio Claro dia 20 de março.
Foi pesquisando nesses sites que eu encontrei as bandas que apresento no Top 10 a seguir (em ordem alfabética):
As Doidivinas

Esta banda carioca, formada em 2006, descreve seu som no Myspace como uma mistura do "som cru do proto punk com música de cabaret e letras envenenadas", com "pitadas de psychobilly, psicodelia, glitter e dor-de-cotovelo".
Ela é formada por Flávia Couri (Guitarra e Voz ), Luciana Morozini (Baixo) e Helga Balbi (Bateria). Já lançou um CD autoral e um videoclipe, ambos intitulados “Envenenada”.
Confira a música "Odes e Lamentos":
Blue Sheep
Da página no Myspace: "A Blue Sheep é um Power Trio feminino formado em meados de 2008 por Eveline (Guitarra), Gabi (Bateria) e Béa (Baixo e Vocal). Com cerca de 1 ano de formação o trio possui músicas próprias e covers de bandas como ZZ Top, Stevie Ray Vaughan e Grand Funk Railroad no repertório, trazendo uma proposta sonora de Hard Blues simples e de qualidade! Em março de 2009 teve sua primeira estréia nos palcos e desde então recebeu boas críticas, ganhando espaço para mostrar seu som: Rock’n Roll!"
Infelizmente, a banda acabou no início deste ano.
Abaixo, um vídeo desta banda de João Pessoa (PB), canção (delas) "Reviens":
E a mesma canção, versão acústica, só voz e violão:
Elas e Eu
(link para o Myspace)
Banda de São Paulo, formada por três mulheres e dois homens: Juliana Freitas (Vocal), Rita Marques (Composições e Guitarra), Raquel Abdian (Teclado, guitarra e backing vocal), Felipe Melloso (Baixo) e Ale Totti (Bateria).
Já lançou um cd ("O Jogo Mal Começou"), com capa bem estilosa, e o site é bem estiloso também, seguindo o mesmo tema.

Abaixo, a canção "O Jogo II".
Girlie Hell
(link para o Myspace)

Banda de Goiânia formada por cinco garotas (Sarah - vocal; Lola - baixo; Carol - bateria; Bullas - guitarra solo; Kaju - guitarra base) em 2008. Cantam músicas em inglês.
O som é bem decente, confiram vocês mesmos no clipe da música "Get Off":
Lava
(link para o Myspace)

Banda formada em 1996 e que, infelizmente, acabou em 2006.
Também tinha 5 integrantes, quatro mulheres e um homem (Silvana Mello - vocal; Alê Briganti - baixo e vocal; Eliane Testone - guitarra e vocal; Helena Fagundes - bateria; Danilo Costabile - guitarra).
Em 2003, lançou seu primeiro CD, "La Motocyclette", do qual saiu o clipe da música "Igloo":
Over C
(link para o Myspace)

Só a vocalista (Bia Lombardi) é do sexo feminino, mas achei que valia a pena entrar para este Top 10.
A banda conta com a participação de Heraldo Paarmann, ex-guitarrista do Ultraje a Rigor.
Seu primeiro CD, "Grow Up", foi lançado em 2008. Esta banda também canta em iglês.
Gostei da música "Sanity", mas aviso que o refrão é bem grudento.
Siete Armas

Banda de Sampa formada em 2006, com cinco garotas na formação: Débora Lopes (voz), Lu Carvalho (guitarra), Nessa Salvado (guitarra), Sarah C. Si. (baixo) e Helena Krausz (bateria).
As principais influências são Bob Dylan, Johnny Cash, Doors, Beatles, Stones, Led Zeppelin. Segundo o Myspace da banda, as letras "falam sobre comportamento, política, poesia, dinheiro, status e viagens extra-sensoriais, entre outros".
O som é melhor no Myspace do que nas gravações ao vivo que encontrei no YouTube, mas dá pra curtir um pouco.
Música "So Blues":
Stella Can
(link para o Myspace)

Banda gaúcha formada em 2007, com Juliana Nólibos (baixo e backing vocals), Luiza Gressler (guitarra and backing vocals) e Mariana Corbellini (bateria e vocal).
Mais uma banda cantando em inglês... mas o som é bem legal.
Em 2008 elas abriram o show de The Donnas em Porto Alegre.
Música "Drunk":
The Biggs
(link para o Myspace)

Banda de Sorocaba (SP), formada por Flavia Biggs (vocal e guitarra), Mayra Biggs (vocal e baixo) e Brown Biggs (bateria).
Não, eles não nasceram com esse sobrenome.
Na estrada desde 1997, tem dois CDs lançados: Wishful Thinking (2000) e The Roll Call (2007). Músicas em inglês.
Em comparação com as outras bandas já mencionadas, o som do The Biggs é mais pesado, vocal mais gritado, mas eu gosto também.
Aqui vai o clipe de "I Know it":
The Moxine

Também cantando em inglês, a banda de Monica Agena (vocal e guitarra - já foi guitarrista da banda Natiruts), Hagape Cakau (baixo) e Caju (bateria) foi formada em 2009, e já se apresentou em palcos internacionais.
Segundo o Myspace, "o Moxine representa uma síntese de um bom rock dançante e canções com belas melodias".
O som é bem limpo, parece bem profissional mesmo. Vale a pena ouvir!
Aqui vai o clipe de "Eletric Kiss":
E por hoje é só!
Espero que tenham gostado!
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50 anos de Bono!
Esta semana foi cheia de datas especiais!No mesmo dia teve o dia das mães, o "aniversário" dos gatos e o aniversário de uma amiga muito querida (que eu esqueci de cumprimentar, e por isso vou ficar me chutando até o ano que vem!); ontem (dia 11) foi o aniversário da minha irmã de coração Dri, e segunda (dia 10) Bono, vocalista do U2, completou 50 anos.
Eu pretendia escrever alguma coisa sobre ele, mas simplesmente não tive tempo, então vai com dois dias de atraso, mesmo!
Bono, ou Paul David Hewson, nasceu em Dublin, Irlanda, no dia 10 de maio de 1960.
Na escola Mount Temple, Bono conheceu Alison Stewart.
Bono e Ali nos tempos de colégio:

Eles começaram a namorar quando Bono tinha 16 anos e Ali 15, e se casaram em 21 de agosto de 1982.
Eles têm 4 filhos.
Foi na mesma escola que, em 1976, Larry Mullen Jr., então com 14 anos, colocou um anúncio no mural procurando músicos para formar uma banda.
Bono, David Evans (The Edge) e Adam Clayton apareceram, e junto com Larry, Dik Evans (irmão de The Edge) Ivan McCormick e Peter Martin, formaram o "Feedback". McCormick e Martin logo saíram do grupo, que em 1977 mudou o nome para "The Hype".
Dik Evans, mais velho, deixou a banda em 1978.
A banda foi rebatizada novamente, tornando-se, então, o U2 que nós conhecemos, com Bono nos vocais, The Edge na guitarra, Larry Mullen Jr. na bateria e Adam Clayton no baixo.
Eles costumam dizer que, no início, Larry era o único que sabia tocar.
Algumas fotos antigas da banda:

Bono é conhecido, também, por seu ativismo, e uma de suas principais causas é a luta contra a pobreza na África.
O blog Mysterious Distance fez uma lista no dia 10 com o "top 10" dos atos humanitários de Bono, listando:
1 - a participação no Band-Aid, em 1984, contra a fome na Etiópia;
2 - a fundação DATA ("Debt, AIDS, Trade, Africa"), criada em 2002 e que, mais tarde, se tornou parte da campanha "One".
3 - a turnê Conspiracy of Hope, junto com Sting, para promover a Anistia Internacional, organização pelos direitos humanos.
4 - a organisação ONE, criada em 2004 por Bono e outros co-fundadores para combater a pobreza e doenças, particularmente na África, e que hoje conta com mais de 2 milhões de membros.
5 - produtos Red: iniciativa de Bono, é um meio de utilizar o consumismo das pessoas para uma boa causa. Quando alguém compra um produto ou utiliza um serviço Red, a empresa responsável pelo produto doa 50% do lucro para a compra e distribuição de remédios contra a AIDS para a África. Algumas empresas com produtos cadastrados incluem Motorola, Giorgio Armani, American Express, Converse, Apple e Microsoft.
6 - EDUN: linha de roupas "eco-friendly" e que utiliza produtos (como algodão orgânico) fabricados na África, criada pela esposa de Bono, Ali Hewson, e pelo designer Rogan Gregory. A idéia é promover a economia africana, ao invés de apenas dar esmolas.
7 - o prêmio Ted, que Bono ganhou em 2005, e utilizou para ajudar o trabalho da ONE.
8 - "The Africa Issue: Politics & Power": edição especial da revista Vanity Fair, em julho de 2007, editada por Bono.
9 - título "Man of Peace" por seus trabalhos humanitários, que Bono recebeu em 2008.
10 - lançamento do álbum "Hope for Haiti".
Uma campanha antiga do Bono é pela libertação da ativista Aung San Suu Kyi e pelo fim da ditadura na Birmânia (Myanmar).
Em sua homenagem foi escrita a canção "Walk On", cujo videoclipe (uma das versões) foi gravado no Rio de Janeiro.
Muita gente acusa Bono de usar essas campanhas para promover sua imagem e o U2.
É claro que se trata de uma ótima publicidade e ajudou a manter o U2 na mídia por 30 anos, mas ainda assim eu considero suas atitudes muito louváveis, e gostaria que mais "celebridades" usassem sua "celebridade" para promover boas causas.
Bono escreveu a maioria das letras do U2, e temas políticos, sociais e religiosos são recorrentes.
Já ouvi algumas pessoas dizerem que o fato de cantar sobre religião diminui o valor das músicas do U2, mas eu discordo profundamente.
Por exemplo, a canção "I Still Haven't Found What I'm Looking For" é assumidamente "uma música gospel", nas palavras dos membros da banda. Mas a maioria das músicas gospel nem se compara com ela. Algo como "Oh Happy Day", só para dar um exemplo, mesmo sendo uma música bonita, fala simplesmente "que dia feliz, quando Jesus limpou meus pecados..."
"I Still..." é uma canção universal. "Eu escalei as montanhas mais altas, eu corri pelos campos, só para estar com você... mas ainda não encontrei o que estou procurando". Pode ser Deus, amor, paz, um sentido para a vida... é uma música que assume um sentido pessoal para cada pessoa que a escuta, mesmo sem mudar a idéia por trás da música. Por isso, é uma música maravilhosa. Mesmo uma pessoa não-religiosa, como eu, pode apreciá-la.
Um dos motivos pelos quais eu mais admiro o U2 é o fato de muitas das letras permitirem diversas interpretações.
Um bom exemplo é a canção "One", uma das mais conhecidas, que assumiu diferentes papéis ao longo do tempo, tendo sido feitos, inclusive, três diferentes videoclipes para ela.
Segundo a Wikipedia, "One" foi escrita quando a banda passava por momentos de tensão enquanto gravava o álbum Achtung Baby, quase chegando a ponto de acabar com a banda.
Bono diz que é uma canção sobre aprender a conviver com outras pessoas, e entender que, apesar das diferenças, precisamos nos ajudar mutuamente.
Um das interpretações mais antigas é que a canção é sobre um jovem, homossexual e soropositivo, falando com seu pai.
Esta versão talvez tenha se originado no fato de que o single de "One" teve os lucros de venda revertidos para pesquisas sobre a AIDS e a capa trazia uma foto tirada por David Wojnarowicz, artista homossexual e que morreu de AIDS, na qual búfalos caiam de um penhasco.

O primeiro videocipe da música mostrava os membros da banda em drag, e conta com a presença do pai de Bono.

A banda, entretanto, decidiu fazer outro clipe, uma vez que estava insegura quanto à aceitação do vídeo nos conservadores Estados Unidos, e também não queria deixar a canção marcada com este tema.
O segundo videoclipe mostrava imagens em preto-e-branco e em câmera lenta de búfalos correndo, alternada com o título escrito em diversos idiomas.
Mas a MTV não ficou satisfeita com esta versão, acreditando que não seria muito popular, e uma terceira versão foi feita, na qual Bono canta em um bar e é mostrado com uma bela mulher.
Esta foi a versão mais divulgada do videoclipe, e ajudou a propagar a segunda interpretação da música, como o fim de um relacionamento amoroso.
Mais recentemente, a canção passou a ter um valor de promoção da paz e da justiça social, e inspirou o nome da organização "ONE", contra a pobreza na África.

Bono e o U2 também são conhecidos pelas turnês megalomaníacas.
Em 1992, começou a turnê ZooTV, na qual Bono interpretava personagens (como "The Fly" e "Mr. MacPhisto", na imagem abaixo), várias telas de vídeo e carros voadores. Foi uma turnê milionária, como tem sido todas as turnês do U2 desde então.

Atualmente, a banda está viajando com a turnê 360º, do álbum "No Line on the Horizon".
Só o palco requer 120 caminhões para ser transportado, e o telão fica o tempo todo rodando 360º (o espetáculo é montado para que o público possa ver por todos os lados - daí o nome). Segundo a Folha, cada um dos três palcos usados pela banda custou cerca de R$ 53 milhões.

Desde o ano passado, correm boatos de que o U2 trará esse show para o Brasil em novembro deste ano, com apresentações em São Paulo no estádio do Morumbi.
Estou torcendo para que os boatos se confirmem!
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domingo, 18 de abril de 2010
PLACEEEEEEBO!!!!!

Acabo de chegar em casa do show do Placebo no Credicard Hall!
Foi bom demais!!!
Shows do Placebo sempre me deixam querendo mais!!!
A foto aí de cima não foi de hoje, infelizmente. É uma foto de divulgação que encontrei por aí, mas é mais ou menos o visual do Brian hoje.
Vou contar como foi mais ou menos na ordem...
Desta vez eu não fui cedo pra fila, desencanei de tentar um lugar bom.
Em 2007 fui pra fila às 15hs, mas quase morri esmagada na muvuca a hora que começou o show e acabei assistindo, de boa, lá de trás.
Parece que hoje não teve tanta confusão... não sei como tava a pista vip (eu fui de pista de pobre mesmo), mas no show de 2007 mesmo de longe dava pra ver a aglomeração se empurrando, em ondas, hora para a esquerda, hora para a direita.
Cheguei lá oito e pouco, o portão abriu 8h30, fiquei num lugar bom, dancei e pulei até parecer que meu estômago ia pular para fora da minha barriga e cantei e gritei muuuitooo!
A banda de abertura, Superdose, começou às 21hs. Ela é razoavelzinha... na verdade, acho que seria muito boa se fosse só instrumental... quando o vocalista começa a cantar, estraga as músicas.
O cara que me desculpe, mas é minha opinião.
De qualquer modo foi bem melhor que a de 2007, como chamava mesmo?
O Placebo entrou pontualmente, dez horas.
Abriu com For What it's Worth. Achei uma ótima música para começar!
Seguiu com Ashtray Heart, que também animou bastante a galera.
Depois veio Battle for the Sun.
Em seguida, Soulmates Never Die (impressão minha ou da outra vez que eles estiveram por aqui, nesta música, passou o mesmo videozinho atrás da moça indiana?)
Então o Brian comentou a respeito dos canais religiosos que temos aqui (um canal, na verdade... mal sabe ele quantos são!) e falou de quando era jovem e sua mãe religiosa o levava para a igreja, onde pessoas diziam ser "possuídas por Jesus" e falavam línguas estranhas... e começou Speak in Tongues.
Em seguida, Follow the Cops Back Home.
A música seguinte foi a tão querida do público brasileiro Every You, Every Me. Sempre que tocam essa música o povo se empolga muuuitooo! Imagino que muitos tenham conhecido a banda, assim como eu, com essa música... na trilha sonora do filme Segundas Intenções. Eu comprei o CD do filme por causa dessa música! Lá nos meus... 14 anos? Nem sei!
A música seguinte foi outra muito querida do público daqui, Special Needs. Eu gosto dessa música, mas não sou tããão fã assim. Mas foi em boa hora, a música é um pouquinho mais tranqüila e deu pra recuperar um pouco as energias.
Seguiu-se Breathe Underwater, e depois Julien. Também são músicas legais, e pulei e cantei e tal, mas não estão entre as minhas favoritas... A próxima foi The Never-Ending Why, idem.
A música seguinte foi Bright Lights. Esta, sim, junto com Battle for the Sun e For What it's Worth, está entre as que mais gosto do último álbum.
Em seguida, tocou Devil in the Details. Ótima para pular.
Daí começou o ponto alto, mesmo, do show! Foi um crescendo... começou com Meds, que o público cantou a plenos pulmões, foi demais. Depois veio Song to Say Goodbye, que também empolgou muito. E o ápice foi a fodástica Special K, que é sempre o ponto alto do show do Placebo aqui em Sampa, todo mundo pulando e cantando com os braços erguidos, eles até pararm a música para ouvir o público cantar. Eu não sabia se ia agüentar dançar e cantar até o final da música. Mas agüentei, e em seguida veio Bitter End, outra amada do público, muito bom ouvir todo mundo berrando ao mesmo tempo "see you at the bitter end!"
Só um parênteses...
Vocês sabem o que é Special K? Além de um cereal matinal, claro.
Bom, houve um tempo, antes de eu assistir Queer as Folk, em que eu não sabia. Lógico que eu entendia que devia ser uma droga qualquer, mas fui procurar na internet. Descobri que o troço é feito a partir de um anestésico de cavalo! Como a pessoa pode ser tão idiota a ponto de querer experimentar anestésico de cavalo para ver que efeito tem, eu não entendo.
Mas voltando ao show...
Depois de Bitter End teve um intervalinho, no qual foi exibido um vídeo de um transexual (acho) rodopiando ao som de uma musiquinha inocente com um tutu que tinha um... apêndice na frente, digamos. No começo o povo ficou quieto, mas depois de um minuto disso começou a ficar impaciente e bater palmas e gritar pelo Placebo, que finalmente voltou para o bis.
Primeiro eles tocaram uma música que eu não conhecia, chamada Trigger Happy ("put your hands in the air and wave them like you give a fuck"), abaixo está um vídeo dessa música gravado em outubro de 2009 na França.
Depois tocou Infra-Red, e para encerrar, Taste in Men. Adoro o clipe desta música... sempre rio quando o Stefan e o Steve entram no quarto!
Não achei para incorporar, mas dá pra assistir aqui.
Então eles agradeceram e saíram... e eu fiquei sem querer ir embora...
Quero mais!
Bom, eu adorei o show, adorei o setlist (se bem que eu acho que, tendo Special K, Every You, Every Me e Meds, eu tô feliz), mas lógico que sempre poderia melhorar... (será que um dia ainda vejo o Brian cantando Protège Moi?)
O Brian também não conversou muito... nem dançou com o Stefan... mas ele tava empolgado e com um bom corte de cabelo, e valeu!
Estou aguardando o próximo!
Saí de lá com uma camiseta oficial do show. Depois do tanto que eu suei, ia congelar do lado de fora com a blusa de alcinha que eu tava usando!O texto não está nenhuma maravilha de erudição, mas acho que quem curte Placebo vai gostar...
Desculpem quaisquer errinhos de digitação. Tá muito tarde para revisão.
Aliás... falando em português correto, durante a gravação que fala as instruções de segurança do Credicard Hall, o cara usou mesóclise! "Luzes de emergência acender-se-ão automaticamente"! Taí uma coisa que não se ouve todo dia!
Beijos e boa noite!
quarta-feira, 31 de março de 2010
Mulheres no rock
Não deixa de me espantar a razão desproporcional entre homens e mulheres famosos no mundo da música, e no rock em particular.
São poucas as mulheres que conseguem estourar na mídia e ficar conhecidas, mas desde os primórdios do rock elas estão por aí, fazendo um som incrível.
Decidi partilhar com vocês alguns vídeos dessas mulheres pioneiras.
Prometo dedicar outra postagem a bandas brasileiras da atualidade, e aceito sugestões!
Começo com a maravilhosa Ruth Brown com a canção Mama He Treats Your Daughter Mean, gravação de 1955.
A primeira música que ouvi na voz dela foi This Little Girl is Gone-a-Rocking, que baixei porque curti o título e não me arrependi.
Wanda Jackson ganhou o título de Rainha do Rock. Ela tem músicas muito legais, mas algumas coisas são muito country pro meu gosto...
O vídeo abaixo é de 1958, música Hard Headed Woman.
Janis Martin, por sua vez, foi denominada "O Elvis Presley de Saia". Ela fez sucesso ainda adolescente, nos anos 50.
Infelizmente, uma série de circunstâncias (incluindo a dificuldade de marcar shows, porque se parte do público já considerava Elvis "indecente", o que não diriam de uma garota roqueira, mas em particular o fato de ter se casado e engravidado bastante nova) interrompeu sua carreira, e ela só voltou a subir nos palcos após os 50 anos de idade.
Não encontrei filmagens antigas, mas a montagem abaixo ficou bem razoável. A música chama-se Drugstore Rock'n'Roll.
Para encerrar, bem, vocês talvez saibam que está para ser lançado um filme sobre a banda dos anos 70 The Runaways.
Esta banda ficou conhecida como a primeira banda de rock formada por garotas, mas provavelmente é mais correto dizer que foram a primeira banda formada por garotas a fazer sucesso. Sua integrante mais famosa foi Joan Jett, que seguiu carreira solo e emplacou o clássico I Love Rock'n'Roll nos anos 80.
O filme tem Kristen Stewart (de Crepúsculo) no papel de Joan e uma Dakota Fanning mostrando que cresceu e não é mais uma "grande menina", interpretando Cherie Curie. Não vou fazer críticas ao filme antes de vê-lo, mas gostei do clipe de divulgação da música Cherry Bomb. Além de terem certa semelhança física com as personagens, as atrizes cantam mesmo, e até que se viram bem.
Quero ver! Infelizmente, parece que só estréia por aqui no final do ano...
São poucas as mulheres que conseguem estourar na mídia e ficar conhecidas, mas desde os primórdios do rock elas estão por aí, fazendo um som incrível.
Decidi partilhar com vocês alguns vídeos dessas mulheres pioneiras.
Prometo dedicar outra postagem a bandas brasileiras da atualidade, e aceito sugestões!
Começo com a maravilhosa Ruth Brown com a canção Mama He Treats Your Daughter Mean, gravação de 1955.
A primeira música que ouvi na voz dela foi This Little Girl is Gone-a-Rocking, que baixei porque curti o título e não me arrependi.
Wanda Jackson ganhou o título de Rainha do Rock. Ela tem músicas muito legais, mas algumas coisas são muito country pro meu gosto...
O vídeo abaixo é de 1958, música Hard Headed Woman.
Janis Martin, por sua vez, foi denominada "O Elvis Presley de Saia". Ela fez sucesso ainda adolescente, nos anos 50.
Infelizmente, uma série de circunstâncias (incluindo a dificuldade de marcar shows, porque se parte do público já considerava Elvis "indecente", o que não diriam de uma garota roqueira, mas em particular o fato de ter se casado e engravidado bastante nova) interrompeu sua carreira, e ela só voltou a subir nos palcos após os 50 anos de idade.
Não encontrei filmagens antigas, mas a montagem abaixo ficou bem razoável. A música chama-se Drugstore Rock'n'Roll.
Para encerrar, bem, vocês talvez saibam que está para ser lançado um filme sobre a banda dos anos 70 The Runaways.
Esta banda ficou conhecida como a primeira banda de rock formada por garotas, mas provavelmente é mais correto dizer que foram a primeira banda formada por garotas a fazer sucesso. Sua integrante mais famosa foi Joan Jett, que seguiu carreira solo e emplacou o clássico I Love Rock'n'Roll nos anos 80.
O filme tem Kristen Stewart (de Crepúsculo) no papel de Joan e uma Dakota Fanning mostrando que cresceu e não é mais uma "grande menina", interpretando Cherie Curie. Não vou fazer críticas ao filme antes de vê-lo, mas gostei do clipe de divulgação da música Cherry Bomb. Além de terem certa semelhança física com as personagens, as atrizes cantam mesmo, e até que se viram bem.
Quero ver! Infelizmente, parece que só estréia por aqui no final do ano...
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